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Ler por aí

Ler por aí

12
Mar14

TAG: LIVROS CRUZADOS

Patrícia
Nos últimos dias esta TAG, criada pela Inês, do InesBooks (blog e Canal) já há bastante tempo anda a ser respondida por várias pessoas (vejam aqui e aqui, por exemplo). Achei interessante e por isso cá vai, em versão blog:

1) Vox Populi (um livro para recomendar a toda a gente)
 
Um dos livros que mais ofereço e que recomendo a toda a gente é o “O último acto em Lisboa” (A small death in Lisbon) do Robert Wilson. É um policial histórico que liga acontecimentos da segunda guerra mundial a um crime (acho que passado nos anos 90) na praia de Carcavelos. Não é um livro muito fácil de ler mas acho que é uma surpreendente leitura.
 

2) Maldito plágio (um livro que gostávamos de ter escrito)

Acho que gostava de ter escrito qualquer um dos meus livros favoritos. Adorava ter escrito As Brumas de Avalon, por exemplo, ou o Presságio de Fogo (ambos da Marion Zimmer Bradley). Isto para não falar da saga “O Primeiro Homem de Roma” (agora a série tem outro nome, mas na minha versão este é o nome da saga e não do primeiro volume que se chama “Amor e poder”) de Colleen McCullough e que é fantástica.
 

 

3) Não vale a pena abater árvores por causa disto

 

Quem me conhece não tem dúvidas acerca da minha escolha para esta categoria. E na verdade até salvei árvores. O exemplar que comprei na WOOK tinha umas trinta folhas ao contrário e eles, amavelmente (porque quando me apercebi e reclamei já o prazo de todas as reclamações tinha passado) ofereceram-se imediatamente para o trocar. Detestei tanto o livro que não quis um novo. Aquele “estragado” ainda é um peso a mais na minha estante. Falo, claro, do “O Remorso de Baltazar Serapião” de Valter Hugo Mãe
 
4) Não és tu, sou eu (um livro bom lido na altura errada)
Definitivamente o livro de William Golding “O Deus das moscas”.Não consegui gostar deste livro, achei triste e nojento mas provavelmente a minha opinião tão negativa tem a ver com o facto de ter sido uma leitura obrigatória numa altura em que mal tinha tempo para dizer “olá” quanto mais para ler e discutir este livro.

 

 

5) Eu tentei... (um livro que tentámos ler mas não conseguimos)

 

Juro que tentei. Muito. Mas não consegui. Falo, claro, do “Arquipélago da insónia” de António Lobo Antunes. Ao terceiro capítulo não percebia nada do que se passava e desisti (deixem-me só ressalvar que li várias vezes os primeiros capítulos a ver se melhorava. Não aconteceu)
 
6) Hã? (um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro que teve um final surpreendente)

Tenho a certeza que vou surpreender muitos ao escolher o “A vida de Pi” de Yann Martel para esta categoria. Mas a terceira parte chocou-me imenso. Adorei o livro e agora já consigo viver com aquele final. Mas na altura custou-me horrores.

Poderia também escolher o “Para onde vão os guarda-chuvas” mas ainda não me reconciliei com o Afonso Cruz por causa daquele final.
 
7) É tão bom, não foi? (um livro que devorámos)
Tenho muitos livros à escolha para esta categoria mas vou escolher dois que li há muito tempo e que reli dezenas de vezes, sempre com entusiasmo. “O Conde de Monte Cristo”, de Alexandre Dumas e o “Salto Mortal” da Marion Zimmer Bradley
 

8) Entre livros e tachos (uma personagem que gostaríamos que cozinhasse paranós)

 

Tive muita dificuldade em lembrar-me de algo para esta categoria até que me lembrei.  Vivianne Rocher, de Chocolate de Joanne Harris. Óbvio, não é?
 
9) Fast Forward (um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada)

 

Diz-me quem sou” da Júlia Navarro
Um bom livro para quem gosta de romances históricos (muito romanceados) do género “A queda de gigantes” e “O inverno do Mundo” mas que peca por ter imensas páginas absolutamente secantes (estou a falar de todas as dedicadas ao sobrinho da Amélia)
 

10) Às cegas (um livro que escolheríamos só por causa do título)

Não o comprei, ofereceram-me mas tinha imensa curiosidade em lê-lo apenas pelo título, que acho fabuloso. Já o resto desiludiu-me imenso. Falo do “Enquanto Salazar dormia”, do Domingos Amaral

11) O que conta é o interior (um livro bom com uma capa feia)

 

As capas feias não me incomodam muito. Mas estive a rever os meus livros favoritos e a fazer um bocadinho de pesquisa na net e tenho que admitir que não há 1 capa que faça justiça às Brumas de Avalon. Já lhe puseram n capas, não há uma que preste:
 

 



12) Rir é o melhor remédio (um livro que nos tenha feito rir)
 
Não sou de livros de comédia mas ri imenso com “Caim” de Saramago.Muito bom e muito divertido.
 

13) Tragam-me os Kleenex, se faz favor (um livro que nos tenha feito chorar)

Chorei com o “A rapariga que roubava livros” de Markus Zusak. O livro, o filme, tudo e tudo. Também chorei com o Rei Leão mas isso agora não interessa nada.
 
14) Este livro tem um v de volta (um livro que não emprestaríamos a ninguém)
Não tenho livros que não empresto. Mas há muitos que têm um “V” de volta. Escolho por isso o que tem o autógrafo mais espectacular de todos os tempos. O David Soares teve um cuidado estrondoso no autógrafo do meu exemplar de “O Evangelho do Enforcado”.
 
15) Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que estamos constantemente a adiar)


Nem sei bem porquê mas a verdade é que tenho adiado a leitura do “As vinhas da ira” de John Steinbeck. Tenho o livro em casa para ler há tanto tempo...

 

 

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