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Ler por aí

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27
Dez19

Rever 2019: O Conde de Monte Cristo e Os três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas

Patrícia

Reler Dumas é sempre um prazer. O "O conde de Monte Cristo" foi um dos livros que mais vezes reli ao longo da minha vida mas não resisti a fazê-lo novamente quando as meninas do Booktube (a Elisa, a Silvéria, etc) fizeram uma leitura conjunta. Confesso que como leitura conjunta a coisa não funcionou lá muito bem (os nossos ritmos de leitura são completamente diferentes) mas como desculpa para voltar a pegar num dos livros da minha vida foi perfeito.

Se nunca leram este livro não sabem o que estão a perder. O livro perfeito para perderem o medo de calhamaços e de clássicos. A expressão "escrita fluída" (que eu, pessoalmente, detesto) foi inventada por causa da escrita do Dumas. A trama e os personagens são maravilhosamente imperfeitos. Sofremos com Dantés deste a sua inocência até à sua vingança. Vibramos com Dantés em todas as suas vitórias (e, ao contrário do que acontece na maioria dos livros, ele tem a sua dose de vitórias ao longo da história). E por fim assistimos ao mais perfeito final de todos os finais.

Ah, como eu adoro este livro.

Mas o ano ainda me faria reler um outro livro do Alexandre Dumas: o "os três mosqueteiros". Um delicioso livro de aventuras que nos leva a conhecer D'Artagnan, Porthos, Athos e Aramis; Milady e Richelieu, Grimaud, Bazin, Mousqueton e Planchet. 

Acho que, como a maioria da minha geração, conheci esta história através do Dartação e os três Moscãoteiros (Dartacão, dartacão, correndo grandes perigos, dartacão, dartacão, perseguem os bandidos) e das várias versões juvenis que iam aparecendo mas quando cheguei à adolescência e me apaixonei perdidamente pelo Conde de Monte Cristo, procurei e li a versão original deste livro. Adora, mais de 20 anos depois, reli-a e voltei a vibrar com cada uma das aventuras dos nossos heróis. Claro que revirei muito os olhos ao reler algumas partes deste livro (cambada de preguiçosos, estes 4) mas, ainda assim, é tão divertido, tem um ritmo perfeito e é uma das leituras mais divertidas que fiz. Ah, adoro a Milady. 

2 comentários

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    Patrícia 10.01.2020

    Bárbara,  acredita em mim, o Conde ainda é (muito) melhor que o Os três mosqueteiros. 
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