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Ler por aí

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10
Dez09

"Nómada" de Stephenie Meyer

Patrícia

Nómada



Meyer, Stephenie


Novo livro de Stephenie Meyer. Melanie Stryder recusa-se a desaparecer. O nosso Mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da Humanidade não consegue resistir. Quando Melanie, um dos poucos Humanos "indomáveis", é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, recordações demasiado presentes. Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente. Nómada esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada – Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade. Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar. No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.

Gostei e achei este livro bem melhor do que qualquer um da saga dos vampirinhos!
É interessante ver o crescimento e a formação personagem principal, a Nómada. Esta não é uma história de amor, ou melhor não é uma história de amor romântico, mas sim de amizade e de emoções, de confiança e de cedências.
Nómada e Melanie convivem no mesmo corpo mas são, sem qualquer sombra de dúvida, duas pessoas completamente diferentes.
Quem somos? Somos corpo ou somos “ser”? Claro que esta questão não é algo que tenhamos que considerar todos os dias, pois na realidade somos um misto, um conjunto de corpo e de ser, de personalidade, de formas, cores e cheiros. Mas e se assim não fosse? Éramos mais corpo ou mais “ser”?
Num mundo que valoriza o corpo e a beleza acima de (quase) tudo esta questão torna-se importante!

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