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Ler por aí

Ler por aí

30
Abr13

O Hipnotista, de Lars Kepler

Patrícia

 

Depois de ter ficado absolutamente desorientada com o “Oremorso de Baltazar Serapião” este foi o livro certo para ler. Ando virada paraos policiais, para leituras mais rápidas, urgentes.

E andava com a dupla Lars Kepler debaixo de olho há umasérie de tempo. Encontrar este Hipnotista com 40% de desconto foi aoportunidade perfeita.

É difícil escrever uma opinião sobre um policial, tenho medode revelar demais. Por isso esta opinião vai ser sucinta.
Acho que esta moda dos policiais nórdicos (Millenium, Jonesbo) está a agradar-me imenso, acho que tenho um filão (quase) inesgotávelpara explorar até me cansar dos policiais. O lado mau é que acho que tenho medode ir à Suécia ou a outro país nórdico. A sério, acho que estes livros mostramo quão chanfrados e psicopatas (e sociopatas e essas coisas todas) aquela gentepode ser. A imagem que nos “vendem” é de uma sociedade super-organizada ecivilizada, mas depois de ler estes livros (e de me lembrar de coisas como omassacre de Utoya, na Noruega) essa imagem foi completamente substituída poruma de frieza absoluta, de ruindade e de loucura. (Claro que não generalizo,ok?)
Como a maioria dos policiais este livro lê-se quase de umaassentada, custa parar antes de ler mais um capítulo. Gostei do Hipnotista, oErik Maria Bark e da mulher, a Simone. Gostei imenso do inspector, o JoonaLinna, parece-me personagem para vários livros sem chatear (e não é nenhum dom juan como o “nosso” execrável TomásNoronha). Não é daqueles livros em que passamos o tempo todo a pensar em quem éo assassino. Apesar disso, há umas reviravoltas interessantes. E mais não digo,que para opinião sucinta o texto já vai longo.

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