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Ler por aí

Ler por aí

29
Dez09

Heir of Sevenwaters, de Juliet Marillier

Patrícia


Sinopse



"Os chefes de clã de Sevenwaters são há muito guardiões de uma vasta e misteriosa floresta, um dos últimos refúgios dos Tuatha De Danann, as Criaturas Encantadas que povoam as velhas lendas. Aí, homens e habitantes do Outro Mundo coabitam lado a lado, separados pelo finíssimo véu que divide os dois reinos e unidos por uma cautelosa confiança mútua. Até à Primavera em Lady Aisling de Sevenwaters descobre que está grávida e tudo se transforma. Clodagh teme o pior, uma vez que Aisling já passou há muito tempo a idade segura para conceber uma criança. O pai de Clodagh, Lorde Sean de Sevenwaters, depara-se com as suas próprias dificuldades, vendo a rivalidade entre clãs vizinhos ameaçar fronteiras do seu território. Quando Aisling dá à luz um filho varão - o novo herdeiro de Sevenwaters - Clodagh é incumbida de cuidar da criança durante a convalescença da mãe. A felicidade da família cedo se converte em pesadelo quando o bebé desaparece do quarto e uma coisa não natural é deixada no seu lugar. Para reclamar o irmão de volta, Clodagh terá de entrar nesse reino de sombras que é o Outro Mundo e confrontar o poderoso príncipe que o rege. Acompanhada nesta missão por um guerreiro que não é exactamente o que parece, Clodagh verá a sua coragem posta à prova até ao limite da resistência. A recompensa, porém, talvez supere os seus sonhos mais audazes..."


Clodagh e Cathal estão no centro de mais uma aventura pelas florestas de Sevenwater e do Outro Mundo. Foi bom re-encontrar as personagens já conhecidas, mas confesso que soube a pouco. Depois das aventuras de Sorcha, Liadan e Fainne esta história foi demasiado leve, sem me conseguir envolver muito. Um final previsível, sem surpresas de maior.


Não é um dos melhores livros de fantasia que já li, apesar disso foi interessante q.b.!


Ao contrário de todos os outros livros desta escritora, li este na língua original. E ao contrário do que geralmente acontece isso não foi muito bom. Estou muito habituada à tradução e este tipo de literatura tem expressões muito específicas, pelo que a leitura nem sempre foi muito fluida.