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Ler por aí

Ler por aí

05
Dez18

Natal 2018 - Sugestões livrescas #5

Patrícia

O livro de hoje é um livro muito bem recomendado. Este regresso às sugestões de escritoras nacionais é marcado por um certo materialismo: esta capa é ou não espectacular?

O banquete, de Patrícia Portela, uma escritora de quem ainda não li nada mas que estaria certamente na minha lista (se a tivesse) de "livros que preciso ler em breve".

Assim a minha sugestão de hoje é:

O-Banquete.jpg

 

04
Dez18

Natal 2018 - Sugestões livrescas #4

Patrícia

Vou ficar muito chateada se este livro não estiver debaixo da minha árvore de Natal este ano. Na verdade não sou uma pessoa esquisita nem pedinchona no que às prendas diz respeito. Mas há limites. O meu este ano é este livro*. Convenhamos que já o procurei muito, em qualquer uma das suas versões. Resisti a ler em Português do Brasil e em Inglês (só deus sabe porquê) e fiz um enorme sorriso (e quem me conhece sabe que não tenho um sorriso fácil) quando o soube editado pela Relógio D'água.

A sugestão de hoje é, obviamente, o maravilhoso, lindo e digno de todas as expectativas:

a mão esquerda das trevas.png

* se não for este, acho que ele só se safa se me oferecer este

01
Dez18

Natal 2018 - Sugestões livrescas #1

Patrícia

É inevitável! É quase Natal. 

Espero que este Natal sejam o exemplo e ofereçam livros. Eu fá-lo-ei. É importante escolher, para cada pessoa o livro certo... e nunca esquecer o talão de troca!

Se há livro que recomendo sem reserva e para (quase) toda a gente é o O Retorno da Dulce Maria Cardoso. E por isso, um novo livro desta escritora maravilhosa é sempre uma boa notícia.

A minha sugestão de hoje é o Eliete.

Eliete.jpg

 

01
Dez18

Princípio de Karenina, de Afonso Cruz

Patrícia

principiokarenina-kfrente-300dpi-rgb.jpg

Afonso Cruz é garantia de qualidade. E este é, na minha opinião, um livro que grita "Afonso Cruz" em todo lado, seja no cuidado com a capa, as fotos, os separadores até às frases bonitas, daquelas que apetece marcar (preparem os post-its ou, os mais corajosos, o lápis ou o marcador). Não há nenhum livro do Afonso Cruz que não seja, também, um maravilho "objecto".

O título é fenomenal. E não é díficil perceber o significa. As notas nos separadores, idem. 

Como todos os livros do autor, está muito bem escrito, apetece ler e sendo tão pequeno, lê-se de uma assentada. 

A história, desta vez sem final aberto, é interessante e muito, muito bem contada. 

E todas as razões que dei, com toda a verdade, para vos dizer que este é um óptimo livro são exactamente as mesmas que uso para vos dizer que este livro não me encantou.

As expectativas são algo lixado que, frequentemente são mais prejudiciais que o contrário. E depois de um "guarda-chuvas" ou até de um "baleias" este livro partia de uma posição impossível.

Tenho a certeza que irei, durante muito tempo, escolher este livro para recomendar a quem quiser começar a ler AC. Tenho a certeza que o irei oferecer a várias pessoas. Mas para mim não é, de todo, o melhor do escritor. Ainda assim é bom. Muito bom.

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