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Ler por aí

Ler por aí

27
Dez17

2017 em livros ( ou "a já costumeira brincadeira de fim de ano")

Patrícia

Em Janeiro começou o ano em que finalmente tive que me render às evidências e admitir que  Nem todas as baleias voam, que por mais que nos esforcemos por fugir, a realidade atropela-nos.  O lobo solitário que sou recusou, em Fevereiro, a companhia  Harry Potter e a Criança amaldiçoada e foi aí que comecei a escrever a minha história n'A máquina de Joseph Walser ... mas tal tornou-se desinteressante pelo que renascer como contado n' O Evangelho segundo Lázaro  foi a única opção.

Em Março mergulhei n'Os dez livros de Santiago Boccanegra  na excelente companhia dO velho e o Gato.  Mas Abril veio e como Não se pode morar nos olhos de um gato  cruzei-me com A mulher-sem-cabeça e o homem-do-mau-olhado  e a confusão foi tal que dava para escrever um O quinto evangelho e ainda assim não vos contava a história toda.

Depois da confusão e já No silêncio de Deus  encontrei em Maio Uma magia mais escura  que me permitiu reflectir, parar, fazer uma pausa  para que em Junho pudesse Aprender a rezar na era da técnica.

Em Julho regressei a Scadrial, cruzei-me com O homem Pintado*  e com o Hoid  na Liga da Lei (The Alloy of law).  Agosto foi um mês estranho, o calor que se sentia Noite e dia  fez-me pensar no que  Uma senhora Nunca, mas nunca deve fazer... Mas que faz. Porque é divertido. Mesmo que o mundo dê a volta e um'A lança do deserto*, numa espécie de efeito borboleta, nos transfome, a mim a Lisboa, n'A Avó e a Neve Russa .

Em Setembro, mesmo com o Way of kings** não houve forma de evitar um'A guerra diurna*  porque, em Outubro, o Orlando , com  Words of radiance*, deu a volta à Noiva do tradutor* e  acabaram por viver felizes para sempre em Novembro numa Edgedancer à moda de Cosmere.

 

* Livros (ainda) sem opinião escrita aqui no blog

**Audiobook (releitura)

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