Ler por aí
 
10 de Dezembro de 2009


Nómada



Meyer, Stephenie


Novo livro de Stephenie Meyer. Melanie Stryder recusa-se a desaparecer. O nosso Mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da Humanidade não consegue resistir. Quando Melanie, um dos poucos Humanos "indomáveis", é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, recordações demasiado presentes. Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente. Nómada esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada – Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade. Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar. No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.

Gostei e achei este livro bem melhor do que qualquer um da saga dos vampirinhos!
É interessante ver o crescimento e a formação personagem principal, a Nómada. Esta não é uma história de amor, ou melhor não é uma história de amor romântico, mas sim de amizade e de emoções, de confiança e de cedências.
Nómada e Melanie convivem no mesmo corpo mas são, sem qualquer sombra de dúvida, duas pessoas completamente diferentes.
Quem somos? Somos corpo ou somos “ser”? Claro que esta questão não é algo que tenhamos que considerar todos os dias, pois na realidade somos um misto, um conjunto de corpo e de ser, de personalidade, de formas, cores e cheiros. Mas e se assim não fosse? Éramos mais corpo ou mais “ser”?
Num mundo que valoriza o corpo e a beleza acima de (quase) tudo esta questão torna-se importante!

publicado por Patrícia às 15:38 link do post
03 de Agosto de 2009



Estive a ler, confesso que um pouco compulsivamente, os primeiros 3 livros da tetralogia mais conhecida do momento. Refiro-me, claro, aos livros da Stephenie Meyer sobre os vampiros....
É o tipo de livro que gosto de ler na versão original, não só porque evito as traduções deploráveis como fica muito mais barato.
Após ter lido o Twilight, vi o filme e sinceramente não consigo perceber o fascínio que parece existir à volta de um filme tão mauzinho, com actores tão mal escolhidos e tão "sem sal", como aquele. É verdade que é quase impossível transpôr para a tela o mundo desta escritora. Mas mesmo assim, o filme deixa muito a desejar.
Quanto aos livros, já a história é outra. Tive com estes livros uma realção amor/ódio. Ao mesmo tempo que os lia compulsivamente achava a história demasiado parada, previsível e até mesmo irritante. Mas a verdade é que continuava a ler, livro após livro.
O Twilight mais não é que o apresentar deste mundo tão estranho que é um mundo onde há vampiros e humanos. Mas desta vez os vampiros até são bonzinhos, assim a dar para o vegetarianos e, claro, lindos de morrer. De todos os vampirinhos, confesso gostar da Alice. Uma querida. E do Jasper também (principalmente quando, no Eclipse, lhe conheci a história). O Edward irrita-me um bocadinho. Demasiado altruista, auto-controlado, bonzinho, principalmente tendo em conta que é um vampiro ultra-culto. A paixão dele pela Bella, chega a raiar o absurdo, especialmente no Eclipse. É que nem humano, nem vampiro, nem lobisomem aturava o que o santo do Edward atura. A Bella é a contradição em pessoa.
O que nem sempre lhe fica bem. E aquela dúvida existencial entre o Edward e o Jacob é um bocadinho forçada demais. E eu gosto do Jacob. E acho que vou gostar da Leah, isto se a personagem dela evoluir no último livro.
No geral esta saga é um bom entretenimento. Twilight, New Moon e Eclipse.
Vale a pena ler.
Espero no entanto que o Breaking Dawn lhe dê um final surpreendente.
publicado por Patrícia às 16:11 link do post
pesquisar neste blog
 
email
ler.por.ai@sapo.pt
mais sobre mim
tags

2017

adam johnson

afonso cruz

afonso reis cabral

agatha christie

alexandre o'neill

alguém quer este livro?

amin maalouf

ana cristina silva

ana margarida de carvalho

ana saragoça

ana teresa pereira

anna soler-pont

anne bishop

anne holt

antonio garrido

as paixões antigas

biblioteca de bolso

brandon sanderson

carla m. soares

carlos campaniço

carlos ruiz zafón

chimamanda ngozi adichie

colleen mccullough

conversas (sur)reais

cosmere

cristina drios

curtas

dan brown

danuta wojciechowska

david soares

diário de leitura

direitos dos leitores

dulce maria cardoso

elena ferrante

filipe melo

frank mccourt

george r.r martin

gonçalo m. tavares

greg mortenson

haruki murakami

helena vasconcelos

ildefonso falcones

inês pedrosa

isabel allende

jo nesbø

joão tordo

jodi picoult

josé eduardo agualusa

josé luís peixoto

josé rodrigues dos santos

josé saramago

juan cavia

julia navarro

juliet marillier

ken follet

l.c. lavado

ler em português

leya em grupo

lídia jorge

livros

luís miguel rocha

mai jia

maria manuel viana

mário zambujal

marion zimmer bradley

meg wolitzer

mitos e outros temas livrescos

mónica faria de carvalho

natal

nuno nepomuceno

opinião

os meus amigos também gostam de ler

patrícia müller

patrícia reis

paulo m. morais

podcast

richard zimler

robert wilson

robin sloan

roda dos livros

rosa lobato faria

rui cardoso martins

rui zink

sandra carvalho

sonhos

stephenie meyer

stieg larsson

stormlight archives

tarita

the way of kings

tiago carrasco

trudi canavan

ursula k. le guin

valter hugo mãe

vasco ribeiro

victoria hislop

words of radiance

youtube

zoran živković

todas as tags

blogs SAPO