Ler por aí
 
29 de Maio de 2013




Gostei imenso de saber que uma das minhas séries preferidasvai ser reeditada. Ou, pelo menos, que o primeiro volume já foi.
Ainda hoje vi à venda este "novo" livro, que está com umacapa muito gira. Eu tenho a mais velhinha. A minha coleção tem uma mistura de edições. Na altura emprestaram-me alguns volumes que, por ter gostado tanto, comprei mais tarde. Mas, porque são livros tão caros, comprei-os nos alfarrabistas (aproveitei a feira do livro para tal) a cerca de 10 euros cada.
Desta vez houve também uma alteração no mome do livro. O meu chama-se “O amor e o Poder” e faz parte da série “O primeiroHomem de roma” (acho) e este chama-se “O primeiro Homem de Roma” e faz parte dasérie “Senhores de Roma”. Pelo que estive a ver os nomes (do livro e da série)estão mais próximos do original.
Não faço publicidade. Este post serve mesmo para aconselhareste livro e esta série de que sou fã incondicional (como aliás ficou mostradoaqui).
A parte negativa é o preço. Não há modo debaixar de preço. Continua nos 30 euros, valor demasiado elevado para um livrocom 23 anos (na minha opinião, claro). Se lerem em inglês conseguem facilmente encontrar estes livros aum preço bem mais baixo.
Não entendo, a sério que não. Como é possível que o livrotão antigo custe tão caro? Considerando que esta série já tem 7 livros, a 30 euros cada(claro que com as promoções e cartões de fidelização se consegue preços maisbaixos) o valor total da saga é de cerca de 200 euros (considerando uma certa variação nos preços dos vários volumes)! Não seria mais vendida se tivesse umpreço mais baixo?  Pronto, já desabafei.E pelo menos (ainda) não tiveram a brilhante ideia de transformar isto em 14livros cada um a custar 20 e tal euros (como fizerem com os Pilares da Terra oucom as Crónicas de Gelo e Fogo). Odeio livros às metades.
Mas leiam esta saga. É fantástica e apesar de caríssima valebem a pena ler.
publicado por Patrícia às 11:20 link do post
20 de Novembro de 2012


O primeiro livro que li desta escitora foi o "Pássaros Feridos". Tinha uns 16 anos. Gostei imenso, claro. Já o reli uma ou duas vezes e acho que ainda o vou voltar a fazer. Mas nunca vi a série (é uma série ou é um filme?). A história de Maggie e do padre Ralph é interessante. O que me lembro melhor é de uma frase ou pensamento de Maggie sobre o ter "roubado" alguém à igreja mas ter tido que o pagar bem caro.

"Tim" foi o livro que li depois. E desta vez vi o filme.
 Uma história romântica, comovente mas na realidade pouco realista (vá insultem-me, acredito que o Amor vence tudo, já o Amor entre um homem e uma mulher não, pelo menos quando à priori as coisas já são assim tão complicadas).
Num estilo completamente diferente e que, confesso, não me fascinou como os romances históricos desta escritora temos o policial "Um passo à frente". Li-o assim meio na diagonal e cada vez que olho para ele na estante digo para mim própria que tenho que lhe dar mais uma oportunidade.
Mas os livros que tornam estra escritora algo de excecional são os da saga "O primeiro Homem de Roma". Adorei lê-los e relê-los (alguns pelo menos)






No primeiro "O amor e o Poder" conhecemos Sila e Mário. Começamos a conhecer as regras oficiais e oficiosas que regem aquele que foi o maior império do mundo. Conhecemos as Júlias que vão mudar as vidas destes homens. Conhecemos a profecia que diz que Mário será o único homem a ser consul 7 ou 8 vezes (já não me lembro do número exato) quando as regras só o deixam ser 2 vezes. Sila é um homem cheio de dúvidas, bissexual, amargurado e com uma coragem fora de série.
Mário, o justo e corajoso. O nome do segundo volume desta Saga, "A coroa de erva" vem da tradição de oferecer uma coroa de ervas ao homem que salva o seu batalhão ou tem um ato de coragem excecional na guerra. Neste volume a profecia que rege a vida de Mário cumpre-se mas de uma forma sangrenta e que mancha a memória daquele que foi um homem fora de série. A amizade, os meandros do poder e a hierarquia romana nunca deixam de marcar presença.
No "Os Favoritos da Fortuna" Sila é um dos protagonistas. Mas outros personagens históricos (e não só) são igualmente importantes: Spartacus, Pompeu, Crasso e o muito conhecido Cícero.
Sila torna-se ditador de roma por algum tempo (no império Romano, em alturas de grande necessidade, a democracia era temporáriamente suspeita e era eleito um ditador para governar impunemente durante uns meses - isto faz-vos lembrar algo?).
Se bem me lembro Júlio César já dá um ar de sua graça neste livro, mas ainda de uma forma tímida.
Mas é depois deste livro que Júlio César se torna o protagonista desta série de livros. No "As mulheres de César" conhecemos aquelas que são (quiçá) as verdadeiras responsáveis pela pessoa que César foi. Aurélia, a sua mãe, a Tia Júlia, a amante Servília. Aurélia é um personagem fantástico. Os meandros da política, as intrigas, os interesses mostram-nos que antes, como agora, este jogo é só para alguns.

Em "César" e "O Cavalo de Outubro" , conhecemos o homem, o estratega fabuloso, o general, o mito que foi Júlio César. Estes livros contam a história que todos conhecemos tão bem : As vitórias de César,  a sua paixão por Cleópatra, a sua amizade com Brutos e Marco António. A ascensão e queda de um mito.

O sétimo livro desta saga chegou uns anos mais tarde e só pelo título dispensa mais palavras. Lembro-me de ler que se continuasse a escrever sobre Octaviano e o império a escritora nunca mais parava. Sinceramente gostava que isso acontecesse.

Ao longo destes livros a história de Roma, do império (um bocadinho a nossa história também, que tantos vestígios temos do império Romano nas nossas terras) é-nos contada de uma forma romanceada, mas tenho que admitir que é muito bem contada. Adorei e um dia ainda ganho coragem e leio tudo outra vez.
publicado por Patrícia às 15:28 link do post
24 de Junho de 2009

Sinopse: António e Cleópatra - O Primeiro Homem de Roma VII
McCullough, Colleen
Colleen McCullough continua a sua série sobre os Senhores de Roma com a crónica de uma das mais famosas histórias de amor da História. Após a morte de Júlio César, Marco António, o seu ambicioso e impetuoso primo e Octaviano, o filho adoptivo de César e seu herdeiro, concordam em administrar conjuntamente o extenso império: António no Oriente e Octaviano no Ocidente. Este não é contudo um acordo feliz e a rivalidade de ambos na tentativa de se tornarem os senhores de Roma é o tema que prevalece durante toda esta saga fascinante. Após uma desastrosa campanha para submeter os Partos, António vira-se para Cleópatra, a enigmática e fabulosamente rica rainha do Egipto, com o objectivo de angariar fundos para a sua arca de guerra. Determinada a fazer de Cesarião, o seu filho com Júlio César, o senhor de Roma, Cleópatra seduz António e consegue rapidamente torná-lo tão moldável como barro macio. Entretanto, com a ajuda da mulher e de Marco Agripa, Octaviano solidifica a sua posição em Roma e na Itália. Instigado por Cleópatra, António reúne as suas forças na Grécia para invadir a Itália.

Definitivamente um grande livro para quem gosta de romances históricos. A beleza de um livro destes é que faz de uma historia antiga uma nova história. Sabemos quase tudo de Cleópatra, a mais famosa rainha do Egipto, de Marco António, o grande derrotado da história de Roma e de Octaviano, perdão, César Augusto, o primeiro homem de Roma, o primeiro imperador de Roma.
O sétimo livro desta saga, desta vez com três protagonistas. Cleópatra, Marco António e Octaviano. A ligação entre os 3 é Júlio César. Após a sua morte, Júlio César ainda é decisivo no destino de Roma. Fazendo de Octaviano seu filho, a titulo póstumo, dá-lhe o poder do seu nome e a riqueza suficiente para que este possa disputar com Marco António o titulo de Primeiro Homem de Roma, o primeiro entre iguais.
Apesar de ser mãe do filho de Júlio César Cleópatra não entente Roma e a seu desejo de fazer de Cesarião Rei dos Reis leva-a a usar o amor de Marco António, o grande ausente do testamento de César, para atacar Roma.

Já tinha saudades de um bom romance histórico e li este livro apenas numa semana. É muito bom aprender assim!!!
publicado por Patrícia às 19:34 link do post
05 de Janeiro de 2006


Mais uma sugestão de leitura. Este é um daqueles livros para se ler na praia, ou no café. quero com isto dizer que tem uma linguagem acessível, uma história engraçada e se lê sem grande esforço. Quem conhece a autora Colleen McCullogh, vai gostar deste livro, que sem a magia de TIM, a grandiosidade do "PRIMEIRO HOMEM DE ROMA" ou a genialidade de "Pássaros Feridos", é no entanto bastante surpreendente.
A história apresenta-nos Alexandre, Elizabeth e Ruby que com os seus defeitos e qualidades misturam de tal forma as suas vidas que o "certo" e o "errado" não são tão óbvios como inicialmente parece.
publicado por Patrícia às 18:58 link do post
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