Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Ler por aí

Ler por aí

O Último Papa, de Luís Miguel Rocha

[Error: Irreparable invalid markup ('<img [...] t$>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-d9yxjCiszRs/Ti1T4IWMATI/AAAAAAAABD4/N1xovxxdTC0/s1600/o+%25C3%25BAltimo+papa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-d9yxjCiszRs/Ti1T4IWMATI/AAAAAAAABD4/N1xovxxdTC0/s1600/o+%25C3%25BAltimo+papa.jpg" t$="true" /></a></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><em>Sinopse</em></div><div style="text-align: justify;"><em></em></div><em></em><br /><div style="text-align: justify;"><em>1978, Cidade do Vaticano </em></div><div style="text-align: justify;"><em>Às 4.30 da manhã, a irmã Vincenza, assistente pessoal de João Paulo I, chega à antecâmara dos aposentos pontífices com o pequeno-almoço. Deseja os bons dias ao Papa mas, pela primeira vez, não é convidada a entrar. Só quando mais tarde ganha coragem e abre a porta, descobre que Albino Luciani, representante de Deus na Terra, jaz morto na cama. Tinha sido eleito Papa há apenas 33 dias. E em 2000 anos de História, nunca nenhum Papa havia morrido sozinho. 2006, Londres </em></div><div style="text-align: justify;"><em>Sarah Monteiro, uma jovem jornalista portuguesa, está de regresso a Londres depois de umas férias na terra natal. Ao chegar, encontra entre a correspondência um envelope que lhe chama a atenção. Lá dentro, uma lista com nomes de personalidades públicas e pessoas desconhecidas, entre eles o de seu pai. A lista tem mais de 25 anos e muitos dos nomeados já faleceram. Mas como cedo irá descobrir, aquela lista pode transformar-se num bilhete para a morte. Com a ajuda de um homem misterioso com muitos nomes e poucas respostas, inicia uma frenética corrida para escapar à morte. De Londres a Lisboa e a Nova Iorque, terá que levar a melhor a uma organização secreta que não olha a meios para deitar a mão à lista, e impedir a divulgação de um segredo que o Vaticano esconde há quase trinta anos.</em></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Tenho alguma dificuldade em escrever uma opinião sobre este livro porque tenho opiniões um pouco dispares, quase contraditórias acerca desta história.</div><div style="text-align: justify;">Tive alguma dificuldade em entrar na história muito por causa da forma de escrever deste escritor. O narrador fala connosco e às vezes até fala demais tratando-nos como se fossemos muito burros. A explicação de expressões era completamente dispensável. A indicação de que determinada personagem estava a falar algo que ia ter consequências nefastas mais à frente era completamente dispensável. Esta “palha” que, às vezes, parecia ter como única finalidade despertar a nossa curiosidade para o resto do livro teve em mim o efeito contrário.</div><div style="text-align: justify;">Estão muito na moda (desde o “O código de Da Vinci” de Dan Brown) as histórias que, supostamente, desvendam segredos do Vaticano, da história da igreja e eu não sou diferente da maioria e gosto imenso de ler livros com teorias da conspiração ou com explicações que vêm de encontro ao que eu gostaria que tivesse acontecido.</div><div style="text-align: justify;">Neste aspecto, este livro não é dos melhores. Gostei da clara diferença entre igreja e fé que o autor se esforçou por fazer. A morte de João Paulo I e os seus 33 dias como Papa, é de facto um tema interessante para ser explorado. A morte de JPI às mãos de uma Loja maçónica não é muito surpreendente e acho que o autor se esticou demasiado na lista de crimes perpetrados pela P2 (nomeadamente na afirmação de que seria esta Loja maçónica a responsável pela morte de Sá Carneiro).</div><div style="text-align: justify;">Por outro lado todas este insinuações deixam-nos curiosos e fazem-nos continuar a ler o livro.</div><div style="text-align: justify;">Com uma escrita acessível e um tema interessante q.b é um bom livro para ler nas férias. Sem ser fantástico é um bom livro. E o melhor de tudo é que é escrito por um escritor Português e põe-nos no centro da trama (para o bem e para o mal, claro está). Tenho curiosidade e ainda hei-de ler os restantes livros do autor.</div><br /><div style="text-align: justify;"><br /></div>

1 comentário

Comentar post