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Ler por aí

Ler por aí

Livrarias

As livrarias que mais frequento são a Fnac e a Bertrand. Na Fnac tento não comprar livros (acho-os caros) e acabo por comprá-los na Bertrand, muitas vezes ao mesmo preço mas como tenho o cartão de pontos e volta e meia lá trago um livrito de borla com os vales de 10€ que me vão oferecendo. Com a Fnac tenho um caso de ódio (acho que depois de conquistarem o mercado esticaram-se na subida dos preços) e com a Bertrand, um caso de amor. Aliás, de primeiro amor, pois a Bertrand da rua de Sto António em Faro era o meu conceito de paraíso quando tinha 10 anos (e por isso perdoo-lhes os preços que praticam).
Compro livros no supermercado, adoro feiras de rua e passo a vida a dizer que vou passar a comprar livros pela net, mas sei que quando começar ainda vou comprar mais livros do que os que compro pessoalmente. Enfim…
Hoje passei por uma livraria de bairro e resolvi entrar (atrair-me a uma livraria é demasiado fácil) e descobri que tenho saudades daquele tipo de livraria, dos livros que têm expostos e da forma familiar como as coisas são feitas. Gosto daquela mistura de papelaria com livraria (só não trouxe uma agenda para 2012 porque “ainda estamos em Outubro!!!!!”). Os grandes grupos estão a controlar completamente o mercado dos livros e isso entristece-me imenso pois retira grande parte da magia da coisa. É que misturar livros e pacotes de esparguete não é bem a mesma coisa que entrar um santuário de livros.

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