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Ler por aí

Ler por aí

Encontro com a morte, de Agatha Christie


Hercule Poirot tinha bons motivos para saber que a morte daquela mulher era inevitável. Mrs Boynton era uma mulher cruel, odiada por todos sobretudo pela sua própria família, e a sua morte seria um alívio para todos aqueles que viviam subjugados pelo seu poder. Quando o seu corpo é encontrado entre as ruínas, em Petra, na Jordânia, o único vestígio da causa da morte é uma pequena marca, no pulso, de uma injeção. Hercule Poirot tem apenas vinte e quatro horas para descobrir quem matou Mrs Boynton e lembra-se de um comentário que ouvira, por acaso, ainda em Jerusalém: _ Compreendes que ela tem de ser morta, não compreendes? São os próprios familiares da vítima, que se sentem finalmente livres, que pedem a Poirot para não investigar a morte da sua parente. O detetive vai, assim, ter de lutar não só contra o tempo mas também contra a vontade de todos para desvendar o mistério que envolve a morte de uma das pessoas mais detestáveis de que já ouvira alguma vez falar.



Ler Agatha Christie é sempre bom. Já não o fazia há imenso tempo, anos mesmo, mas este livro estava lá em casa e pareceu-me o ideal para passar umas horas distraída.
Só depois de começar a lê-lo me apercebi que não era a primeira vez que o fazia. Lá para os meus 12/14 anos lia imensos livros dela (daqueles de capa cinzenta que traziam duas histórias) e adorava, depois fartei-me um bocadinho e durante anos os livros de AC ficaram simplesmente na estante à espera de melhores dias.
Hercule Poirot é absolutamente fantástico. A sua lógica a resolver os problemas, as listinhas de factos relevantes, a psicologia e claro o bigode são impagáveis. Tenho mesmo que voltar a ler regularmente estes livros.

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