Ler por aí
 
26 de Novembro de 2015

O melhor dos livros é falar sobre eles. E é maravilhoso conhecer as reações de algumas pessoas em determinadas partes dos livros. Amo receber msgs (mesmo que seja a meio da noite) a dizer "mas como é que ele (o autor) foi capaz de fazer isto"  ou "wtf?!" ou simplesmente dizer "eu avisei" quando alguém fica em estado de choque no final do livro.

(sim, eu e os meus amigos vivemos mesmo os livros que lemos. manias, sei lá)

publicado por Patrícia às 09:22 link do post
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25 de Novembro de 2015

Não acredito em metas anuais (por quantidade) de leitura porque leio sempre que posso e me apetece e não me sinto nada culpada quando posso e não me apetece ou quando não posso e me apetece (aqui sinto-me só infeliz, mas não culpada).

Mas este ano "descobri" que ter algum objetivo me ajuda a resistir às leituras circunstanciais e que funcionou.

Fiz um esforço real para ler mais escritores Portugueses e depois de me ter apercebido que, em 2014, 50% dos livros que li foram de escritores Portugueses, decidi que em 2015 queria superar este número.

Estamos a 1 mês do final do ano e 58.33% dos livros que li são de autores Portugueses. Tendo em conta as leituras atuais este número vai descer para 55.26% mas se pensar em autores lusófonos vou superar a magnifica marca dos 63%.

E é isto importante? Para mim, sim, é. Muito mais do que saber, em números absolutos ou páginas, quantos livros li. Não comparo um livro de ficção, enorme mas que leio em 3 dias, com um livro que me dá luta e que levo um mês a ler. São coisas incomparáveis. Cada pessoa tem as suas metas e objetivos. A minha é aproximar-me da literatura Portuguesa. E este ano tem sido muito bom para isso...

E vocês? Estão perto de atingir os vossos objetivos literários?

publicado por Patrícia às 11:23 link do post
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21 de Novembro de 2015

 

 

O caçador do Verão.jpeg

 

É tão bom sentir-me em casa nas páginas de um livro. O meu Algarve, a minha serra, o meu concelho… as estevas, o medronho, as curvas da serra e o cheiro do mar*. Hugo Gonçalves fez-me voltar à infância em que ouvia contar a história dos irmão assassinos que comigo e com o político partilhavam o sobrenome. Tantas vezes ouvi falar daquela fuga da prisão... E assim, com laivos de verdade feita ficção vi-me transportada para a minha própria infância, para os meus próprios dramas, que me moldaram, obrigaram a crescer, me fizeram aquilo que sou hoje.

Não é imediata a cumplicidade com o protagonista deste romance, José, mas às tantas começamos (nós e ele, acho) a compreender melhor o que o motiva, o que o faz ser a pessoa que é.

O percurso de José, a sua relação com a família, dá o mote para esta história, para um regresso a um Verão marcante, em que miúdo é abandonado pela mãe, no meio da serra, ao cuidado de uma avó que mal conhece. Um Verão cheio de aventuras, de perguntas e de respostas (nem sempre as que mais gostaríamos), de saltos para o desconhecido e para o mar e de esperança...

 

Acabou por ser a escrita (rápida) e o facto de me ter identificado tanto com o local e a infância de José que me cativou. Inicialmente não fiquei agarrada à história, pouco me impediria de fechar o livro e continuar na minha vida. E no fim, quando tudo fez sentido, fiquei com pena de não ter sido mais espicaçada, de não ter sido obrigada a refletir nas escolhas e nas razões de José e do Avô. Ficou, na minha opinião, o mais interessante por explorar...

Mas ainda assim muito dá que pensar neste livro. O amor está no centro da vida. Mas como escolhemos quem amar? Como amamos os que temos obrigação de amar ou como deixamos de amar quem não nos merece? O que fazemos por amor? Como podemos deixar de fazer o que nos pede quem amamos?

Fiquei com vontade de ler mais deste escritor.

 

* quase perdoo ao escritor/editor/revisor ter deixado passar um “foi encontrado em Fonte Santa” em vez de “na Fonte Santa”. Tal como nenhum Algarvio diz “na Quarteira” (em vez de Em Quarteira), nenhum diz “em Fonte Santa”. Só me apetece revirar os olhos cada vez que ouço isto...

publicado por Patrícia às 15:25 link do post
18 de Novembro de 2015

Quando terminei de ler o Jogo de Ripper fui dar uma voltinha pelo site da Isabel Allende, coisa que não fazia há algum tempo, e percebi que há um livro que não só não li como nem sequer o tenho:

E porquê?

Porque tem uma capa horrorosa e eu, que não ligo nada a capas, não escolho livros por elas e compro sempre os livros desta escritora, não me decidi a trazer este para a minha estante.

Até já confirmei que a capa da edição portuguesa e espanhola são iguais, isto vai ficar a moer-me …

publicado por Catarina às 19:15 link do post
17 de Novembro de 2015

 

Amigo! Há tanto tempo que não te via!

É isto. Voltar a ler Isabel Allende é como reencontrar um velho amigo com quem não falamos há séculos depois começamos a conversar e parece que foi ontem.

Leio Isabel Allende parece-me desde sempre, li os contos, as histórias grandes, a trilogia para adolescentes (ou young adult como se diz agora com siga YA e tudo, super moderno) as memórias, os históricos e também as receitas afrodisíacas. É um autor que compro sem sequer ler a sinopse porque sei que vou gostar. Este nem sequer foi comprado, porque foi uma prenda, (obrigada Pat!) é ainda melhor.

É diferente de todos os outros livros dela, é um género de policial em que os investigadores são adolescentes, vivem em várias partes do mundo e jogam Ripper, um jogo de mistério online onde Amanda, a protagonista, é a mestre do jogo. Gostei muito da cumplicidade entre Amanda e o avô, que também participa no Ripper como Kabel o esbirro, é giro.

E depois esta mulher fala de tudo, não só de mutilação genital feminina (sim ainda é um assunto, continua a acontecer no séc. XXI, ainda é um assunto), gravidez na adolescência, guerra e stress pós-traumático, lutas de cães, trabalho imigrante clandestino, anorexia mas também de romances policiais de autores escandinavos mencionando a trilogia Millenium, refere a série Crepúsculo, e ainda consegue encaixar o marido, William C. Gordon, como escritor de livros policiais e pai do personagem detective privado. Tudo em bom.

Reconheço esta história como de Isabel Allende pela descrição das pessoas, dos lugares e pela personalidade dos animais, Salve-o-atum o gato e Atila o cão.

Se é o melhor policial de todos os tempos? Não, também não é o melhor livro de Isabel Allende (pelo menos para mim) mas é bom e vale a pena, se não mo tivesse oferecido ia comprá-lo na mesma.

Só tenho a apontar que achei esta edição um bocado pobre tem 2 ou 3 erros ortográficos e não tem as páginas guarda brancas no início e no fim do livro.

Mais um bocado e os agradecimentos estavam escritos na capa, forretas.

publicado por Catarina às 19:36 link do post
17 de Novembro de 2015

Expliquem-me, por favor, porque é que o ebook em Português do Outlander #3 custa 17.99€? 

E já agora porque é que há ebook do terceiro volume mas não há dos 2 primeiros.

E porque é que os 8 primeiros volumes custam na Kobo 66.78€ e na Wook 138.37€?

 

Fico sempre fascinada com estas coisas...

 

 

publicado por Patrícia às 16:01 link do post
16 de Novembro de 2015

*** isto vai estar cheio de spoilers, não sei dar a minha opinião sem eles, por isso se não leram vão-se embora, depois não digam que não avisei)

as sombras da noite branca.jpg

 

 

Finalmente acabou. Muitos anos e 8 volumes depois a saga das pedras mágicas chega ao fim.

Passei por altos e baixos ao longo desta leitura, eu própria mudei enquanto leitora e certamente a Sandra Carvalho mudou enquanto escritora. Começo por referir que se notou uma enorme evolução entre o primeiro e o último volume desta saga e isso é maravilhoso.

Sou fã de fantasia e a Sandra Carvalho é das poucas escritoras Portuguesas deste género literário. Eu não podia deixar, por isso, de ler os seus livros.

O meu volume favorito foi o 6º (A sacerdotisa dos Penhascos) onde Kelda era uma protagonista à altura. Tinha algumas expectativas em relação ao final e às soluções encontradas para dar um nó em todas as pontas que se criaram ao longo dos 7 volumes anteriores.

Em relação a isto tenho que admitir que a escritora conseguiu. Fechou a história, deu um final a cada uma das personagens e agradou sobremaneira à leitora que eu fui quando comecei a ler esta saga. Quem dera que tivesse posto as mãozinhas nestes livros aos 16. Tinha adorado.

O problema é que tenho 36 e muitos livros já me passaram pelas mãos. Inclusive grandes livros de fantasia.

Continuei a adorar o Erebus e o Halvard. Um é a personagem com o qual sofremos, por quem torcemos e o outro é tão odioso, com uma dose de loucura tal que me foi impossível não odiar.

Mas a Kelda, que tanto prometia, tornou-se uma personagem irritante, sem personalidade , pegajosa e para quem não tive qualquer pachorra. O pseudo-romance com o Sigarr foi tolo e pouco credível, o romance com o Lysander foi de conto de fadas. E eu não gosto de contos de fadas. De uma Kelda forte e real, a voltas com a mistura de Arte obscura e Arte luminosa passamos para uma menina mimada, tola e cheia de dúvidas existenciais.

Mas o que me tirou mesmo do sério foi a quantidade de soluções mágicas que a escritora arranjou. Expoente máximo para a espada mágica. A sério? Errrrrr, acho que depois disso já valia tudo. Mas as curas miraculosas, as ressurreições, enfim, dava a sensação que, de cada vez que se via perante um problema, a escritora agitava a varinha mágica e uma solução aparecia. Fiquei com a sensação que este último volume (e o anterior já tinha parte disso, para dizer a verdade) foi uma sucessão de soluções mal-amanhadas.

É que eu adoro fantasia mas há limites para o que torna uma história do fantástico credível ou não e na minha opinião, neste livro esses limites foram claramente ultrapassados (a solução "bela adormecida" ao quadrado deu cabo de mim, confesso).

Tenho mesmo pena de ter acabado a saga com um misto de irritação e de desilusão apesar de ter a noção que, como disse acima, o meu eu dos 16 teria adorado.

publicado por Patrícia às 18:09 link do post
16 de Novembro de 2015

Mudámo-nos, de opiniões e livros, para o SAPO. Apenas porque me apeteceu. Para quem já nos conhece e veio do Blogger connosco, um "obrigada, é bom ver-vos também por aqui".

Para quem por aqui aparecer de novo deixem-me explicar um bocadinho o que podem encontrar ou não por aqui.

Sou a Patrícia, leitora há muitos anos e tenho este blog há alguns anos. Por aqui escrevo o que me apetece, sempre sobre livros. Convidei a Catarina para aqui escrever comigo porque faz todo o sentido, porque falamos de livros desde que nos conhecemos e a nossa amizade foi forjada sobre os livros apesar de há muito ter deixado de se limitar a tal. Agora este espaço é de ambas e aqui conversamos convosco acerca dos livros de que gostámos (ou não). Somos bastante diferentes e isso nota-se no que escrevemos e no que podem esperar de nós.

Os posts dela serão sempre mais estruturados do que os meus, ela escreve que se farta e tem um cuidado imenso com a forma como expõe as suas opiniões (juro-vos que a Cati ficou um bocadinho chocada quando lhe disse que escrevia os posts sem sequer ter o livro ao meu lado). Já eu sou atabalhoada, escrevo sem prensar no que estou a fazer e dou-vos sempre uma opinião pouco pensada, sem grandes pormenores mas que mostra exatamente o que senti quando li aquele livro – e sou conhecida por ser mázinha quando não gosto de um livro.

Por aqui há também as Curtas (geralmente desabafos sobre qualquer coisa do mundo livresco), referências a clubes de Leitura (O Leya em Grupo e a Roda dos Livros), indicações de canais do Booktube de que gosto e posts avulso sobre livros e leituras.

E por aqui não vão encontrar passatempos, divulgações ou publicidade. A não ser que nos apeteça fazer um passatempo (já aconteceu por ser um livro especial escrito por uma amiga) ou que nos apeteça divulgar ou publicitar um livro só porque sim. Mas por norma não há passatempos nem publicidade (detesto ambas as coisas num blog).

Podem esperar resposta aos vossos comentários (às vezes não com a rapidez de que gostaríamos) e as opiniões contrárias serão sempre bem-vindas. Comentários insultuosos serão apagados sem apelo nem agravo.

E resta-me apenas desejar-vos boas leituras e que tenham juízo e não se percam com as novidades editoriais do período do Natal.

publicado por Patrícia às 12:46 link do post
11 de Novembro de 2015

Diz que o Natal é quando uma mulher quiser e nada como começar a fazer listas de presentes.
Quanto a mim não faço listas mas sim sugestões para as vossas. Hoje, só porque me apetece, vou fazer uma divulgação. Está à venda hoje o terceiro volume a trilogia de espionagem Portuguesa escrita pelo Nuno Nepomuceno:






Aproveitem, vão conhecer o André (o espião mais simpático que existe) e dar a volta ao mundo em 3 livros.

Disclaimer : Ainda não li o terceiro, A Hora Solene, mas considerando a tendência do escritor para finais menos felizes, teme-se o pior... 

publicado por Patrícia às 12:45 link do post
09 de Novembro de 2015

 
 
Desde que entrei na Roda dos Livros houve uma explosão de literatura na minha vida. Autores de quem nunca tinha ouvido falar foram lidos e alguns até vieram morar para a minha estante.
Um dos autores de quem se falou, já não sei em que Roda, foi Clarice Lispector que eu, confesso a ignorância, não conhecia. Fui pesquisar e fiquei a saber que é “uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka” – caramba! Eu não quero morrer estúpida tenho ler alguma coisa desta senhora, pensei eu.
Aproveitei os meus contactos no Brasil e pedi à minha amiga R. um livro da Clarice em vez de umas Havaianas (recebi as Havaianasna mesma, mas adiante...).
Em poucos dias tinha “A Hora da Estrela” nas minhas mãos que já li e não percebi nada... A sério, tenho mais um para acategoria Hã?
E não se perdeu nada na tradução, quer dizer há coisas do género “Pensar é um ato. Sentir é um fato” mas a malta relaxa que é brasileiro. Não é a forma, é o conteúdo que não consegui decifrar.
Em resumo temos: Macabéa a personagem principal, nordestina, pobre, feia, órfã, trabalha como dactilógrafa mas passa fome, apanha uma pneumonia e ainda lhe roubam o namorado, Rodrigo S.M. o narrador e escritor que quer escrever a história de Macabéa por quem está apaixonado, porquê? não fazemos ideia a rapariga é tão interessante como um agrafo solto, Glória colega de trabalho de Macabéa que lhe rouba o namorado, Olímpico de Jesus pseudo-namorado de Macabéa que nunca chega bem a ser e que a troca por Glória, Madama Carlota a cartomante, que já foi mulher da vida, que Macabéa vai consultar e que lhe diz que ela vai ter, dali para a frente, uma vida maravilhosa, mas depois vemos que não é verdade. Não vou contar o fim, leiam que vale a pena.
Do escritor Rodrigo S.M:
E também porque se houver algum leitor para essa história quero que ele se embeba da jovem assim como um pano de chão todo encharcado.
Da Macabéa:
Esqueci de dizer que às vezes a datilógrafa tinha enjoo para comer. Isso vinha desde pequena quando soubera que havia comido gato frito. Assustou-se para sempre. Perdeu o apetite, só tinha a grande fome. Parecia-lhe que havia cometido um crime e que comera um anjo frito, as asas estalando entre os dentes. Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.
Do Olímpico:
No Nordeste tinha juntado salários e salários para arrancar um canino perfeito e trocá-lo por um dente de outro faiscante. Este dente lhe dava posição na vida. Aliás, matar tinha feito dele homem com letra maiúscula. Olímpico não tinha vergonha, era o que se chamava no Nordeste de "cabra safado". Mas não sabia que era um artista: nas horas de folga esculpia figuras de santo e eram tão bonitas que ele não as vendia. Todos os detalhes ele punha, e sem faltar ao respeito, esculpia tudo do menino Jesus. Ele achava que o que é, é mesmo, e Cristo tinha sido além de santo um homem como ele, embora sem dente de ouro.
Da Glória:
Glória possuía no sangue um bom vinho português e também era amaneirada no bamboleio do caminhar por causa do sangue africano escondido. Apesar de branca, tinha em si a força da mulatice. Oxigenava em amarelo-ovo os cabelos crespos cujas raízes estavam sempre pretas. (...) O fato de ser carioca tornava-a pertencente ao ambicionado clã do sul do país. Vendo-a, ele logo adivinhou que, apesar de feia, Glória era bem alimentada. Isso fazia dela material de boa qualidade.
Da madama Carlota:
...madama Carlota era enxundiosa, pintava a boquinha rechonchuda com vermelho vivo e punha nas faces oleosas duas rodelas de ruge brilhoso. Parecia um bonecão de louça meio quebrado.
Também temos Da Weasel:
Ah pudesse eu pegar Macabéa, dar-lhe um bom banho, um prato de sopa um beijo na testa enquanto a cobria com um cobertor. E fazer que quando ela acordasse encontrasse simplesmente o grande luxo de viver.
 
Sei que claramente isto é um “problema do utilizador”, há nesta história muito mais do que consegui abarcar, do que consegui entender. Ela (Clarice) disse que esta é uma história de uma inocência pisada, de uma miséria anónima e que esta novela tem 13 títulos diferentes:
 
A hora da estrela
 
A culpa é minha
ou
A hora da estrelas
ou
Ela que se arranje
ou
O direito ao grito quanto ao futuro
ou
Lamento de um blue
ou
Ela não sabe gritar
ou
Uma sensação de perda
ou
Assovio no vento escuro
ou
Eu não posso fazer nada
ou
Registro dos fatos antecedentes
ou
História lacrimogênica de cordel
ou
Saída discreta pela porta dos fundos
 
 

 

Clarice Lispector é muito à frente para mim.
publicado por Catarina às 12:42 link do post
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