Ler por aí
 
30 de Dezembro de 2012

Há livros que nos conquistam de tal forma e que (quase) nos fazem acreditar na realidade daquela ficção. Misturar factos reais com outros imaginados dá nisto: leitores a crer que aquela é A realidade. O que, atrevo-me a dizer, raramente acontece.
Pergunta-se muito aos escritores qual o seu livro mais "auto-biográfico". É engraçado ouvi-los dizer "nenhum" principalmente quando grande parte dos seus livros são escritos na primeira pessoa e cujo narrador parece mesmo, mesmo, aquele autor. E aí confundimos a pessoa com o escritor.
Assim tento nunca me esquecer que a ficção, por mais factos verídicos que inclua, não deixa de ser ficção e que acreditar no contrário é tolo (por mais que seja um grande elogio ao autor não é um assim tão grande elogio ao leitor).
publicado por Patrícia às 17:23 link do post
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30 de Dezembro de 2012

Não gosto de dar notas aos livros. Não o faço no Blog e no Goodreads passo a vida a alterar as estrelinhas correspondentes aos livros. Compreendo que num site deste género aquela escala tenha lógica e que seja uma forma de mostrar aos outros aquilo que achamos que um livro vale mas eu esbarro sempre na pergunta: Como posso comparar livros que não são comparáveis?
Quando há uma escala é inevitável que digamos "este é melhor que aquele" mas como comparar um clássico admiravelmente escrito, que nos deu trabalho a ler mas que nos ensinou imenso e que no final nos deixou de alma cheia com aquele livro que, não sendo nenhuma obra prima da literatura, nos deu umas horas fantásticas de leitura?
Não gosto de o fazer. Cada livro ocupa o seu lugar na minha escala de preferências, mas a cada livro novo ou a cada nova aprendizagem essa escala é alterada. Por isso neste blog vão continuar a existir opiniões a "quente" porque o livro mais importante é precisamente aquele que acabei de ler... mas não vão haver escalas de notas.
publicado por Patrícia às 10:41 link do post
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29 de Dezembro de 2012


Fui, finalmente, ver o Anna Karenina de Lev Tolstoi (Ou Liev, ou Leão é como quiserem) e fiquei surpreendida. Não tinha sequer visto o trailer e não estava à espera de algo tão teatral. Mas gostei. E da música, também gostei da música.
Mas não venho para aqui falar apenas do filme. Quero falar também do livro. Por estranho que (me) pareça ainda não li o livro, mas depois de ter visto o filme quero muito ler lê-lo. Imagino que no livro, que a própria personagem Anna esteja muitíssimo mais interessante (ainda mais). Tenho imensa curiosidade. A história - o livro de é 1877- é ainda contemporânea. As personagens são fantásticas. Como raio ainda não li este livro? E toda a minha vida ouvi a minha mãe dizer que adorou este livro, que esteve uma noite inteira a lê-lo...
Mas acho que vou esperar uns tempinhos considerando que estão a vender o livro entre os 21 e os 35 euros (??? nem vou comentar) porque, apesar da edição em Inglês ser acessível (por volta dos 11€)  acho que este é um livro para apreciar e ler em Português. (acho que o ideal ainda é mesmo ir à procura de uma edição antiga com uma tradução boa - cada vez tenho mais dúvidas acerca de algumas traduções que por aí andam).

publicado por Patrícia às 22:02 link do post
27 de Dezembro de 2012

O ano começou com altas expectativas com O Físico. Mas ainda em Janeiro cruzei o Século XX na companhia de Amélia no "Diz-me quem sou" de Júlia Navarro. Ainda falando na segunda guerra mundial, estive em Nagasáqui com as suas Sombras queimadas.
Em Março parti rumo à fantasia com o The Magician's Apprentice mas logo depois mergulhei na escuridão com o "Deste lado da Luz". Em Abril um "Encontro com a Morte" de Agatha Christie fez-me regressar ao passado e do passado veio (finalmente) um livro que me fez pensar que o deveria mesmo era ter lido no passado porque afinal "O amor é fodido". Depois diverti-me com As serviçais e ainda dei um saltinho à Suiça da segunda Grande Guerra com o "Assassino Inglês". De volta a Portugal encontrei-me com o "Teu rosto será o último". Em Junho regressei ao inicío e voltei ao príncipio do Sec.XX numa "Queda de gigantes", fui ao "Décimo círculo"  do inferno e rumei a NY apesar de não ser verdade que "Esta é a minha terra". E porque a minha terra é este Portugal foi aqui que, ainda em Junho" encontrei o livro do Ano numa "Máquina de fazer espanhóis". E porque por cá se escreve bem embarquei em Julho para uma terra mística para, com Kelda, encontrar "O filho do Dragão". Disseram-me que havia uma "Conspiração Sistina" que falava de Portugal mas era mentira por isso em Agosto embarquei para uma terra onde "Os homens que odeiam as mulheres" e onde a Ignorância do Sangue me fez encontrar uma "Rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" mas que se transformou numa  "Rainha no palácio das correntes de ar". Depois da loucura de Agosto, bocejei em Setembro com a "Escriba" e reconciliei-me com o meu mês favorito com a "Grande Mão". Em Outubro fui uma "rapariga que inventou um sonho"  e em Novembro uma "confissão da Leoa" levou-me com uma Alma Rebelde à Ilha Teresa. Num mês de muitas viagens acabei no "Vale dos cinco Leões". Mas "Se fosse fácil era para os outros" e o ano acabou entre "Luz e Sombras" na companhia de "Gaspar, Belchior e Baltasar".
publicado por Patrícia às 16:10 link do post
23 de Dezembro de 2012

Luz e Sombras é o segundo volume da trilogia, de Anne Bishop, Os Pilares do Mundo.
Do primeiro volume Os Pilares do Mundo já falei, chegou agora a vez (um ano depois) deste Luz e Sombras.
Achei este livros um compasso de espera, uma ponte para o final da história (o que não é de estranhar num segundo volume). É uma Anne Bishop diferente, a destes livros, menos sensual, mais juvenil, apesar da extrema violência, não tantos das cenas do livro mas de algumas ideias que por aqui andam.
Gostei das personagens e continua a gostar especialmente da ceifeira. Tenho curiosidade sobre quem vai ficar com ela (vou ficar muito desiludida se for o Liam - demasiado previsível) e acho que a relação de Breanna com o Falco pode ser interessante (embora também previsível).
E esse é o grande defeito que encontro nesta trilogia: previsibilidade. Os personagens ainda não me surpreenderam (nem sequer Ashk), coisa estranha num universo Bishop.
Espero que o terceiro volume traga algumas surpresas e que a Morag seja, finalmente, a protagonista.


publicado por Patrícia às 10:21 link do post
18 de Dezembro de 2012



Um dos contos de Natal de que mais me recordo é este "A menina dos Fósforos". Lembro-me do nó na garganta com que sempre ficava. Lembro-me do desconforto que sentia ao ouvi-lo. Lembro-me da sensação de injustiça. Lembro-me do contraponto que esta história fazia com a alegria do Natal. 
Por outro lado não me lembro da maioria das histórias (felizes) de Natal que ouvi ao longo da minha vida. Nenhuma me deixou uma impressão tão forte, um amargo na boca tão real como este conto.
O Natal é por excelência uma época de alegria. E é sem dúvida uma época das crianças. Será mais correcto contar uma história assim a uma criança ou deixá-la na ilusão da perfeição do mundo? Acho que os contos, as histórias, os livros, que não são bem realidade nos preparam para ela. Acho que as fábulas, os valores transmitidos por estas histórias são importantes, por isso deixo aqui hoje uma adaptação do "A menina dos fósforos" que trouxe do blog Histórias em Português.

 

A menina dos fósforos
Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.
Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando: — Quem compra fósforos bons e baratos? — Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.
Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.
Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.
E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.
«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»
Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!
— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.
Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.
Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… mor ta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.
Hans Christian Andersen
Os melhores contos de Andersen
Editora Verbo, s/d
Adaptação
publicado por Patrícia às 22:10 link do post
17 de Dezembro de 2012


1 - Indicar 10 blogs para receberem o Selo
(é proibido apenas deixar para quem quiser pegar sem indicar 10 blogs)
Rol de leituras
Quero um livro
Este meu cantinho...
Pereira's book's
A thousand Lives (sim, devolvo que sou bem educadinha... e custa-me escolher 10 blogs, ok?)
Monster Blues
Daqui para a frente só há dragões
Página a página
Dona Redonda
O prazer das coisas
2 - Avisar os blogs escolhidos
Ao deixar aqui não os estou já a avisar???? querem com isto dizer que ninguém vai ler isto? é que se estes não o fizerem mais ninguém faz....
3 - Colocar a imagem no blog para apoiar a campanha
done
4 - Responder à pergunta: Qual Livro Indicaria Para alguém Começar a Ler? **
Bem, depende. Depende da idade, do tipo de pessoa.
Acho que o ideal é começar a ler desde pequenino. O ideal é que antes de alguém aprender a ler, alguém lhe leia.
Acho que na infância os livros são importantes, sejam eles de bonecos, de quadradinhos, ou quaisquer outros. Nada como ter livros de gente grande em casa para aguçar a curiosidade dos mais pequenos.
Descobri há pouco que, para os miúdos mais graúdos os livros da série "As crónicas do vampiro Valentim" são uma óptima forma de começar. São do género do "Gerónimo Stilton" mas mais giros (quanto a mim, claro).
Mas Os Cinco e as gémeas estarão sempre no meu coração e acho que ficariam também no coração da maioria dos miúdos.
Para os mais velhinhos há duas séries que adorava que ainda existissem (provavelmente até existem, mas nunca os encontro à venda): os livros da Patrícia e dos Hardy. E o Harry Potter, claro, que é, talvez, a mais fantástica saga alguma vez escrita (a par com os cinco, certamente).
Para os adolescentes, com mania que são gente grande (vá, eu tinha) uma boa dose de realidade só fazia bem pelo que "Os filhos da droga" são "O" livro.
Mas os clássicos nunca fizeram mal a ninguém e acho que o ideal para começar é "O Conde de Monte Cristo" e "Os três Mosqueteiros"
Para um  adulto escolheria "Os pássaros de Seda" da "nossa" Rosa Lobato de Faria ou o início da "Guerra dos tronos". Mas claro que teria que escolher dependendo da pessoa, porque acho que cada para cada um há um livro certo para começar.

** já sei que nunca respondo a estas coisas exactamente como era suposto....

publicado por Patrícia às 23:38 link do post
13 de Dezembro de 2012


Está agora na moda aauto-publicação. O mundo digital, os ebooks permitem que toda a gente se façaescritor e dê a sua obra a conhecer ao mundo. Cada vez mais há editoras que sãoespecializadas numa espécie de auto-publicação. Na realidade parece-me que háuma primeira edição sem grandes riscos (os aspirantes a autores disso seencarregam) e pouco mais. Há a publicidade no site da editora, imagino que hajaalgum trabalho de edição, mas a verdade é que uns dias depois a editora jápassou para outro escritor.
E isso tem imensas vantagens. Mas pessoalmente vejo-lhe mais desvantagensque vantagens.

Acredito que publicar um livro seja um sonho de muitos. Às vezes há talentoenvolvido outras vezes há apenas uma grande vontade. Eu acho que se é apenas arealização de um sonho façam vocês a edição do livro e ganhem os 100% dareceita da venda e não apenas 10% (sim, implica um investimento grande, semdúvida, mas pelo menos são vocês que mandam. E podem sempre oferecer a amigosque vos podem dar criticas reais e consistentes. Peçam para eles mandarem aosamigos que não vos conhecem de lado nenhum...)
Agora aparecem as inúmeras oportunidades de publicar os ebooks, departilhar com quem queira ser a outra metade, de o fazer gratuitamente. O que éfantástico. Para quem escreve, porque tem uma hipótese real de enfrentar acrítica do público e para quem lê, porque tem uma hipótese de ler gratuitamentee de, quem sabe, descobrir bons escritores desconhecidos.
Masa mim parece-me que a grande oportunidade é das editoras: sem qualquertrabalho, sem qualquer risco, vão descobrir aqueles autores que vendem e vãoagarrá-los com unhas e dentes. Não vai interessar propriamente a qualidade, vãointeressar o número de “gosto” e de downloads. Já não é propriamente novidade.Mas a mim continua a parecer-me batota.
publicado por Patrícia às 12:51 link do post
11 de Dezembro de 2012

Quando leio um livro com uma linguagem menos simplista do que o habitual (tenho alguma relutância em classificá-la de complexa, porque na realidade não o é) é que me apercebo de que poucos livros (pelo menos dos mais lidos) a têm. Não será justo culpar os tradutores porque mesmo os escritores Portugueses pouco aproveitam a riqueza da nossa língua. Sei e acredito que há escritores que escrevem para lá do banal e que não se incluem nesta "curta". Mas dizia eu que me parece que a excessiva simplificação da escrita está a contribuir bastante para que percamos a beleza da Língua Portuguesa. E é quando leio um livro assim, menos simples, que sei que nunca serei escritora.
publicado por Patrícia às 14:27 link do post
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10 de Dezembro de 2012

Há dias em que o que mais me apetece é enroscar-me em frente à lareira com um autêntico guilty pleasure na mão. Um daqueles livros que não importa se é realmente bom ou não, um daqueles livros que foi escrito para nos fazer esquecer por umas horas que o mundo existe. Tenho tantas saudades de ler um livro destes.... Pena é que quanto mais velha fico, menos livros destes encontro.
Tal como um chocolate (vá, uma caixa de after-eight) é capaz de nos fazer sorrir, tb um livro o é...
publicado por Patrícia às 19:20 link do post
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