Ler por aí
 
24 de Fevereiro de 2011



All other things being equal–do you prefer used books? Or new books? (The physical speciman, that is, not the title.) Does your preference differentiate between a standard kind of used book, and a pristine, leather-bound copy?

É-me indiferente. Um livro novo significa que me foi oferecido e tem um valor especial ou que foi escolhido com carinho. Da mesma forma gosto de alfarrabistas e dos seus livros usados e bem mais baratos.
publicado por Patrícia às 10:49 link do post
23 de Fevereiro de 2011

What’s the most romantic book you’ve ever read?
(Mind you, I don’t mean the hard-core stuff you hide in plain wrappers under your mattress. I mean True Love, Romance, deeply emotional, heart-tugging, and all that stuff.)
And, secondly, did you like it? Is it your usual kind of reading, or did it take you by surprise?

errrr.... Não faço a mais pequena ideia. Será que a ideia é ser a história de um grande amor "apenas"? Será que a ideia é ser um dos livros dos autores românticos e enjoativos tipo Nicholas Sparks ou Nora Roberts? (desculpem os fãs, mas é enjoativo) Será que implica um final feliz?
Não sei. Mas só me consigo lembrar de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, história de amor e vingança, lido e relido mais vezes do que as que me consigo lembrar. Um dos meus livros favoritos.

E num registo completamente diferente, "O Salto Mortal" de Marion Zimmer Bradley é também a história de um grande amor e um dos meus livros de eleição.

publicado por Patrícia às 20:01 link do post
13 de Fevereiro de 2011



Acho que nunca me aconteceu.
No entanto há 3 situações "engraçadas" e de que até já falei aqui no blog: Ken Follett e Carlos Ruiz Safón e Robert Wilson.
Li "Os pilares da terra" há 15 anos, foi-me oferecido pela minha mãe no meu décimo sétimo aniversário. Uma edição antiga, em apenas 1 volume, que era (não surpreendentemente) o maior que ela encontrou na livraria. Apenas com a edição de "Um mundo sem fim" este escritor começou a ser mais divulgado por cá. E claro, "Os pilares da terra" foram divididos em 2 e vendidos à farta.
Já "a Sombra do vento" foi-me oferecida pela minha prima num Natal. Fiquei surpreendida quando 2 anos depois era best seller e até se vendia com um CD.
Outra oferta, desta feita pelo meu tio, que directamente dos USA me enviou um grande livro de bolso chamado "A small death in Lisbon" do, para mim desconhecido, Robert Wilson. Talvez reconheçam o nome pela série de livros cujo protagonista é Javier Falcón (o Cego de Sevilha, As mãos desaparecidas). Mas talvez não saibam que este escritor tem pelo menos 2 livros "sobre" Portugal: "último acto em Lisboa" e "Uma companhia de estranhos", ambos muito bons e pouco conhecidos (e aqui parece-me haver uma enorme falha). 
No entanto nenhum dos autores é uma "descoberta" minha, até porque quando li os livros já eram todos autores de renome além fronteiras (e talvez cá, mas não nos meios pouco literários onde sempre estive).
publicado por Patrícia às 21:59 link do post
10 de Fevereiro de 2011


Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade. Avassalador e marcante, Livro expõe a poderosa magnitude do sonho e a crueza, irónica, terna ou grotesca, da realidade. Através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de Livro são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura. Livro confirma José Luís Peixoto como um dos principais romancistas portugueses contemporâneos e, também, como um autor de crescente importância no panorama literário internacional.


Um livro chamado "LIVRO" é quase um golpe baixo para todos aqueles que gostam de livros. É quese impossível que alguém lhe fique indiferente. A capa é apelativa. Sem aquele toque quase enjoativo que se imprime a qualquer romancezeco, tem cores e texturas que nos fazem saborear o momento antes de abrir o livro.
A história é linear e simples. É fácil resumi-lo em meia dúzia de frases sem imaginação. Mas a forma como essa história é contada é que é surpreendente. Não sei falar da escrita, nem da forma nem dessas tretas literárias. Sei que não tem uma escrita fácil embora seja fuido qb.
Diria que a forma como alguns acontecimentos são contados chega a ser demasiado crua, roçando mesmo a falta de intimidade (coisa que até uma personagem de livro merece). É deste tipo de descrições que vivem muitos momentos que forma a história deste livro. Porque a história é simples, o resto não.
Confesso que gostei mais da primeira parte. Talvez porque não gostei do "Livro". Nem me perguntem porquê, mas achei-o desprovido de interesse e de conteúdo. O Ilídio, o Josué, a Adelaide, ou mesmo o raio da velha eram mais interessantes.
Com este livro reconciliei-me com José Luís Peixoto com quem, depois do "Cemitério de Pianos" andava meio às avessas.
publicado por Patrícia às 13:43 link do post
04 de Fevereiro de 2011

É impressão minha ou cada vez há mais "maus" livros à venda?
É um bocadinho contra os meus príncipios falar de "maus livros", até porque eu acredito que isso é coisa que não existe. há muitos livros/autores de que eu não gosto, que nem sequer considero bons escritores (ou sequer escritores) mas se há quem goste, quem os leia, óptimo. Os livros existem para serem lidos e "gostados".
Mas a verdade é que há aquilo que eu chamo de "livro da treta" que basicamente pode ser traduzido por "livro que é "mais do mesmo", geralmente cor de rosa, com vampiros (ou afins) ou a versão escrita das novelas mexicanas mais beras de todos os tempo". E não é que eu não seja capaz de ler um bom livro da treta (que sou). Mas parece-me que agora só existe disso. Pelo menos em destaque nas livrarias. Sempre gostei de ir para uma livraria ver as novidades e agora é quase só disto...
publicado por Patrícia às 15:58 link do post
04 de Fevereiro de 2011

I am paraphrasing from a friend’s Facebook wall her question:
“How would a teen-age boy who is going to work with his hands ever use Literature of England in his work?”
The age-old “How am I going to use this in real life?” question. How would you answer it?

Para mim esta questão (devidamente adaptada à realidade Portuguesa) não é assim tão simples.
Ou seja: Como é que estudar uns Lusíadas ou uns Maias se traduz em algo positivo e util na vida adulta/profissional?

Bem, por um lado, o saber não ocupa lugar, a cultura é importante e sempre útil, qualquer que seja o destino profissional do adolescente em questão. Não se lê apenas para saber e aprender e por obrigação. Lê-se por prazer, principalmente, tudo o resto (e é muito) é bónus.
Depois há a vantagem de, com este género de literatura, se aprender história. E aprender-se da forma mais gira, que é lendo.
Por outro lado não se fomenta o gosto pela leitura com este tipo de obras. Com algumas excepções, ninguém se apaixona pela leitura com uns Maias. E isso seria o fundamental para que, um dia, o dito adolescente, lesse as tais obras por opção e não por obrigação.
Se fosse eu a escolher optaria por obras mais atractivas, mais fáceis, obviamente bem escritas mas que apelassem ao gosto pela leitura e não que conseguissem que grande parte das crianças fechasse os livros para sempre.
publicado por Patrícia às 14:26 link do post
02 de Fevereiro de 2011



Pena que já não se vendam nas livrarias.
publicado por Patrícia às 15:48 link do post
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